< Mary Menezes - Página Pessoal > >>> Mulher nota 1000 <<<

Se você precisa de alguém para ser feliz, isso não é amor.
É carência.

Se você tem ciúme, insegurança e faz qualquer coisa para conservar alguém ao seu lado, mesmo sabendo que não é amado, e ainda diz que confia nessa pessoa, mas não nos outros, que lhe parecem todos rivais, isso não é amor.
É falta de amor próprio.

Se você acredita que "ruim com ela(e), pior sem ela (e)", e sua vida fica vazia sem essa pessoa; não consegue se imaginar sozinho e mantém um relacionamento que já acabou só porque não tem vida própria - existe em função do outro - isso não é amor.
É dependência.

Se você acha que o ser amado lhe pertence; sente-se dono (a) e senhor(a)de sua vida e de seu corpo; não lhe dá o direito de se expressar, de ter escolhas, só para afirmar seu domínio, isso não é amor.
É egoísmo.

Se você não sente desejo; não se realiza sexualmente; prefere nem ter relações sexuais com essa pessoa, porém sente algum prazer em estar ao lado dela, isso não é amor.
É amizade.

Se vocês discutem por qualquer motivo; morrem de ciúmes um do outro e brigam por qualquer coisa; nem sempre fazem os mesmos planos; discordam em diversas situações; não gostam de fazer as mesmas coisas ou ir aos mesmos lugares, mas sexualmente combinam perfeitamente, isso não é amor.
É desejo.

Se seu coração palpita mais forte; o suor torna-se intenso; sua temperatura sobe e desce vertiginosamente, apenas em pensar na outra pessoa, isso não é amor.
É paixão.

Agora, sabendo o que não é amor, fica mais fácil analisar, verificar o que está acontecendo e procurar resolver a situação. Ou se programar para atrair alguém por quem sinta carinho e desejo; que sinta o mesmo por você, para que possam construir um relacionamento equilibrado no qual haja, aí sim, o verdadeiro e eterno amor.

Meu pai me disse um dia:

"Filho... você terá três tipos de pessoa na sua vida:

- Um amigo, aquela pessoa que você terá sempre em grande estima, que você sabe que poderá contar sempre; que bastará você insinuar que está precisando de ajuda e a ajuda está sendo dada;

- Uma amante, aquela pessoa que faz o seu coração pulsar; que fará com que você flutue e nada importará quando vocês estiverem juntos;

- Uma paixão, aquela pessoa que você amará, desejará incondicionalmente, às vezes nem lhe importanto se ela lher quer ou não, e talvez ela nem fique sabendo disso.

Mas, se você conseguir reunir essa três pessoas numa só - pode ter certeza meu filho: - Você encontrou a felicidade."

(Augusto Schimanski - 1928/1973)

:: Postado por Mårynhå às 09h52
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A MORTE DO AMOR
 
 
"Todos os dias morre um amor.
Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor.
Às  vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor,
 após  anos e anos de rotina.
Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas,
com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais
surdo dos vizinhos.
Pode morrer em uma cama de motel ou simplesmente
em frente à televisão de domingo.
Morre sem um beijo antes de dormir, sem mãos dadas,
sem olhares  compreensivos,
com um gosto salgado de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados,
 diálogos cada vez mais resumidos,
de beijos cada vez mais gelados...

Morre da mais completa e letal inanição!!!
 Todos os dias morre um amor,
embora nós,  românticos mais na teoria do que na prática,
relutemos  em admitir.
Pode morrer como uma explosão,
seguida de um suspiro profundo
(porque nada é mais dolorido que a  constatação de um fracasso),
de saber que, mais uma vez, um amor morreu.

Porque, por mais que não queiramos aprender,
a vida sempre nos ensina alguma coisa.
Esta é a li ção: qualquer amor pode morrer!
E todos os dias, em algum lugar do mundo,
existe um amor sendo assassinado.

 Como pista do terrível crime, surge uma sacola de presentes devolvidos,
uma lista de palavrões sem censura,
ou o barulho insuportável do relógio depois da discussão...
Afinal, todo crime deixa as suas evidências!

Todos nós podemos ser um assassino.
E podemos agir como age um assassino:
podemos nos esconder debaixo das cobertas,
podemos nos refugiar em salas de cinema vazias,
ou preferir trabalhar que nem um louco,
ou viajar para "espairecer",
ou confessar a culpa em altos brados,
fazendo do garçom o confidente...

Mas há também aqueles que negam,
 veementemente, a sua participação no crime,
e  buscam por novas vítimas em salas de bate-papo
ou pistas de danceteria,
sem dor ou remorso.
Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos
para escrever livros de auto-ajuda,
com a ironia de quem tem muito a ensinar
para os corações ainda puros.

Existem também os amores que clamam
por um tiro de misericórdia:
ainda estão juntos mas se comportam como um cavalo ferido,
esperando ser sacrificado.

Existem também os amores-fantasma,
aqueles que se recusam a admitir que já morreram.
São capazes  de perdurar anos,
como mortos-vivos sobre a Terra,
teimando em resistir apesar das camas separadas,
dos beijos frios e burocráticos, do sexo sem tesão (se houver).
Esses não querem  ser sacrificados,
mas irão definhar aos poucos, até se tornarem laranjas chupadas.

Existem ainda os amores-vegetais,
aqueles que  vivem em permanente estado de letargia,
que se refugiam em fantasias platônicas,
recordando até o fim de seus dias o sorriso da ruivinha da 4a. série.
Ou se faz presente na fã que até hoje suspira
e delira em frente a um pôster do Elvis Presley.

Mas eu,
quase já desistindo da minha busca,
pude ainda encontrar uma outra classificação:
os amores-vencedores.
Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência,
das infinitas contas a pagar,
da paixão que decresce com o decorrer dos anos,
da mesa-redonda no final de domingo,
das calcinhas penduradas no chuveiro
e das brigas que não levam a nada,
ressuscitam das cinzas e se revelam fortes,
pacientes e esperançosos.
 Mas esses são raríssimos, e há quem duvide de sua existência.
São de uma beleza tão pura e rara que parecem lendas.

Um dia vou colocar um anúncio, bem espalhafatoso, no jornal:
PROCURA-SE UM AMOR VENCEDOR
- oferece-se generosa recompensa.

Mas, no fundo, sei que ele não surgiria como por acaso...

O que esses poucos vencedores falam é que esse amor foi suado,
trabalhado, bem administrado nas centenas
de situações do cotidiano.
Não é um presente de loteria, de sorte, nem de magia.

É simplesmente o resultado concreto daquilo que foi um relacionamento
maduro e crescente entre duas pessoas ...."
 
 
 
Recebi esse texto da minha amiga Sam... Profundo e verdadeiro... Recebemos sem a autoria...
Não deixe de comentar...
 
Beijos Carinhosos no coração
 
Mary

:: Postado por Mårynhå às 16h25
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Se vc se lembra dessa canção, tenho certeza que ela marcou algum momento especial da sua vida... Então, aproveite pra recordar...

*********************

Rosana - Custe O Que Custar
by Michael Sullivan - Paulo Massadas

Guarde um pedacinho de você
Pra lembrar de mim a vida inteira
Pede ao coração não esquecer
Nossas emoções e brincadeiras
Sempre que você quiser estou contigo
Pra você desabafar um ombro amigo
Num cantinho, num amor, numa cabana
É possível acreditar quando se ama
Por isso
Tudo pode acontecer
Faço parte de você
Quando o coração decide não tem jeito
Sonho o que sonhei pra mim
Fogo de um amor sem fim
Nada poderá mudar o que está feito
Custe o que custar
Nem que leve a vida inteira
Eu quero ter você
Só quem ama não se cansa de esperar
Como eu te amo, te amo...

********

Beijos em todos os corações...

Mary



:: Postado por Mårynhå às 22h15
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Confesso

(Ana Carolina)

Confesso acordei achando tudo indiferente
Verdade acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final

Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas mas eu sempre quero mais
É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego, eu não me deixo em paz

Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar seu tempo eu já roubei demais

Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer

Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo ou não volte mais

Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar seu tempo eu já roubei demais

Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo ou não volte mais...

********************

Dispensa comentários meus... Faça você os seus!

 

Beijos Carinhosos

Mary


:: Postado por Mårynhå às 22h02
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Fora de moda

Se não estivesse tão fora de moda... Eu ia falar de AMOR.

Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração, aquela dorzinha gostosa de ter muito medo de perder tudo...

Daqueles momentos que só quem já amou um dia conhece bem...

Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas, mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas para doá-la no sentimento nobre de amar.

Se não estivesse tão fora de moda... Eu ia falar de SINCERIDADE.

Sabe, aquele negócio antigo de FIDELIDADE...

Respeito mútuo... e aquelas outras coisas que deixaram de ter valor?

Aquela sensação que embriaga mais que a bebida; que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas...

A admiração pelas virtudes e a aceitação dos defeitos, mas, sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencer, mas que cada um tem o direito de possuir...

Se não estivesse tão fora de moda... Eu ia falar em AMIZADE. 

Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem bem...

O apoio, o interesse, a solidariedade de um pelas coisas do outro e vice-versa.

A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender para depois gostar...

Se não estivesse tão fora de moda... Eu ia falar em FAMÍLIA.

Sim... FAMÍLIA!!! Essa instituição que ultimamente vive a beira da
falência, sofrendo contínuas e violentas agressões.

Pai, Mãe, Irmãos, Irmãs, Filhos, Lar... 

Aquele bem maior de ter uma comunidade unida pelos laços sangüíneos e protegidas pelas bênçãos divinas. 

Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias...

A realização da mais sublime missão humana de sequenciar a obra do Criador...

E depois, eu ia até, quem sabe, falar sobre algo como... a FELICIDADE.

Mas é uma pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já esteja tão fora de moda e tenha dado seu lugar aos modismos da civilização...

Ainda assim, gostaria que a sua vida fosse repleta dessas questões tão fora de moda e que, sem dúvida, fazem a diferença! Afinal, que mal faz ser um pouquinho "careta"?

Beijos mágicos e iluminados nesses corações de ouro, prata, bronze e pedras preciosas...

Autor Desconhecido

:: Postado por Mårynhå às 16h45
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Saudações aos navegantes deste humilde blog.

Como estão vocês? Espero e desejo que cada um esteja vivendo neste instante um momento muito especial e único de suas vidas...

 

Bom, é isso aí, o Presidente dos EUA George Bush foi reeleito...

Para refletir um pouco sobre o que isso significa, deixo-lhes uma mensagem muito tocante e real a seguir.

 

*************************************

Pai, por que o nosso país invadiu o Iraque? - perguntou Billy, de 8 anos.
- Lá tinha armas de destruição em massa.
- Mas a TV disse que os inspetores não acharam nada.
- Os iraquianos esconderam. E nosso governo sabe que invasões funcionam  mais que inspeções.
- Se tinham tais armas, por que não usaram quando atacamos?
- Para que ninguém soubesse que eles têm as armas. Preferem morrer a defender-se.
- Como um povo pode preferir morrer a defender-se?
- A cultura deles é diferente. Preferem morrer e ir logo para junto de  Alá. E lembre-se que Saddam Hussein era um cruel ditador.
- Como cruel?
- Torturava e matava gente.
- Como na China comunista?
- A China é diferente, seu povo trabalha para as nossas empresas, reduzindo os custos da produção e aumentando os nossos lucros.
- Mas a China não é comunista?
- É.
- E os comunistas não são maus?
- Só os comunistas da Coréia do Norte e de Cuba, que prendem e torturam gente.
- Como fazemos em Bagdá?
- É diferente. Nós prendemos e torturamos em defesa dos direitos humanos e da liberdade.
- Foi o que fizemos no Afeganistão?
- Lá foi por causa do Osama Bin Laden.
- Ele é Afegão?
- Não, é saudita.
- Como 15 dos 19 sequestradores suicidas do 11 de setembro?
- Sim.
- E porque não invadimos a Arábia Saudita?
- Porque o governo de lá é nosso amigo.
- Como era Saddam em 1980, ao combater o Irã?
- Sim, quem combate o nosso inimigo é nosso amigo.
- E por que temos inimigos?
- Porque muitos povos têm inveja do nosso progresso.
- Mas, pai, inveja não é problema do invejado?
- O invejoso de hoje pode virar o terrorista de amanhã.
- O que é um terrorista?
- É uma pessoa que não pensa como nós pensamos.
- Mas não defendemos a liberdade de opinião?
- Só a que não vai contra a nossa opinião.
- O Iraque nos atacou?
- Não, mas agora fazemos guerras preventivas, evitamos o mal antes que a semente dele caia na terra.
- Nós é que produzimos as armas empregadas nas guerras?
- Boa parte delas, pois a guerra favorece a nossa economia.
- Quer dizer que ficamos ricos às custas da morte de outros povos?
- É a lógica do mercado.
- Mas, pai, uma vida humana não vale mais que um míssil? Não foi  isso que  você me ensinou?
- Teoricamente sim, mas na prática não é assim. Para o mercado, só tem valor a vida que está dentro dele, a do consumidor.
- E as outras vidas?
- Filho, nada em excesso é bom. Muito vento causa furacão; muita água, enchente; muitas bocas, fome.
- Quer dizer que nós matamos como Saddam e o Talibã matavam?
- Nós matamos a favor da liberdade; eles, contra.
- Inclusive crianças como eu?
- Você não é como elas. Nâo temos culpa de nossos inimigos terem  filhos.

- Deus aprova isso?
- Sim, nosso presidente fala diretamente com Deus.
- Como assim?
- Ele escuta a voz divina em sua cabeça. Deus o elegeu para fazer a guerra do bem contra o mal.
- Mas Deus e Alá não são a mesma pessoa?
- Billy, chega de perguntas. E, por favor, não confunda o nosso Deus com o deles!
 
***********************
 
 Assim caminha a humanidade...
Essa é a força que domina o mundo...
 
Beijos Carinhosos no coração
 
Marynha
 
( Não deixe de comentar, ta?  :-* )


:: Postado por Mårynhå às 16h20
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GESTO DE AMOR

Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente.

- "É para minha mãe!", diz com orgulho.

O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente.

Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. 

Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. 

Entretanto, ficou indeciso:

Ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.

Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.

O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. 

Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão. 

O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante.

Continuava seu conflito mental. Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe. 

Lembrou de sua própria mãe.

Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. 

Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual.

O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.

Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso.

Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?

Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento. 

Por que a demora?

Qual o problema? No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam:

A compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.

Impaciente, ele perguntou:

- "Moço, está faltando alguma coisa?"

"Não", respondeu o proprietário da loja. "é que de repente me lembrei de minha mãe. 

Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada."

Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: 
- "Nem um sabonete?"

O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto. 

Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.

A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe? 

Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto
assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.

Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição.

Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes:

O GESTO DE AMOR!

Autor Desconhecido

:: Postado por Mårynhå às 08h44
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Bom Dia!!!!!

Olá amigos! Como vão vocês?

Preciso muito agradecer pelas visitas e comentários maravilhosos que tenho recebido em meu blog. Prometo, aos poucos responder a todos vocês.

************

Pra vocês , um pouco de Cidade dos Anjos.

"...Eu desistiria da eternidade
Para tocar em você
Pois Sei que de alguma forma
Você me percebe...
Você é o mais perto do cêu que posso chegar
Eu não quero voltar pra casa agora...
O único gosto que sinto
É o deste momento
E tudo o que tenho para respirar
É o seu Amor
Porque cedo ou tarde
Isto pode acabar...
Hoje à noite
Não te deixarei ir...
Eu preferiria...
Sentir o cheiro de seus cabelos,
Dar um beijo em sua boca...
Tocar uma vez em sua mão...
A passar a eternidade
Sem isso...

:: Postado por Mårynhå às 08h29
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BRASIL , Sudeste , VITORIA , Mulher , de 26 a 35 anos , Música , Viagens
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